Blairo comemora recuo de Bolsonaro e afirma: todos precisam baixar suas armas

Na mensagem, Blairo também afirmou que irá torcer para que Bolsonaro encontre o eixo e o Brasil possa avançar. Enalteceu as diferenças, mas pontuou que é preciso convergir para o bem comum

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Foto Por: Rogério Florentino / Olhar Direto

Ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo Michel Temer (MDB), Blairo Maggi (PP) comemorou o cessar-fogo aos demais Poderes sinalizado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na tarde desta quinta-feira (09).

Nas suas redes sociais e nos grupos de WhatsApp, Baliro afirmou que   Bolsonaro fez o correto ao publicar manifesto redigido por Temer, em que garantiu não ter tido a intenção de atacar os demais Poderes, em suas declarações feitas durante as manifestações no 7 de Setembro em Brasília (DF) e São Paulo (SP).

“Hoje foi um dia especial para todos nós brasileiros. Enfim, prevaleceu o bom senso e o sentimento realmente patriota e democrático tocou o coração do Presidente. Sim, ele fez o correto! Eu sempre falei aqui que o caminho é a busca do consenso. Todos precisam baixar suas armas!”, declarou.

Na mensagem, Blairo também afirmou que irá torcer para que Bolsonaro encontre o eixo e o Brasil possa avançar. Enalteceu as diferenças, mas pontuou que é preciso convergir para o bem comum.

“Acho que fica uma lição para todos: ninguém está certo o tempo todo, assim como não está errado o tempo todo. Vamos adiante porque temos um País a recuperar. Hoje durmo feliz!”, completou.

Recuo

Após a tensão gerada pelos ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), em especial ao ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro convocou o ex-presidente Temer, que construiu boa parte do texto divulgado na tarde de ontem. Na carta, o presidente afirmou que boa parte das divergências que tem com os demais poderes “decorrem conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas” pelo ministro no inquérito das fake news.

Bolsonaro ainda pontuou qualidades de Moraes, como “jurista e professor”, e disse que existem “naturais divergências” sobre algumas de suas decisões. Durante seu discurso em São Paulo, o presidente chegou a chamar o ministro de “canalha”.

Fonte: Olhar Direto

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