Avanço da vacinação deve separar curvas de casos e mortes por Covid, apontam especialistas

Antes da imunização, escalada de infecções no Brasil se refletia em mais hospitalizações e óbitos após algumas semanas da doença

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Foto Por: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em pouco mais de 1 ano de pandemia, o Brasil e o mundo sempre observaram a subida da curva de novos casos de covid-19 como um preditor do que estava por vir: aumento de doentes graves e mortes nas semanas seguintes. Mas este cenário começa a mudar em países onde a vacinação já avançou significativamente, algo que deve ser uma realidade por aqui também, segundo especialistas.

Ainda que haja um incremento de casos, a tendência é que isso não se traduza em alta, na mesma proporção, de internações em UTI e óbitos. Tal comportamento já são observados em países do Reino Unido e em Israel, por exemplo, que têm mais da metade da população vacinada.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, até sexta-feira (9), 18,6% dos brasileiros com mais de 18 anos haviam completado o esquema vacinal. Outros 51,8% tomaram a primeira dose.

O professor Expedido José de Albuquerque Luna, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e da área de Epidemiologia e Eontrole de Doenças Transmissíveis do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, destaca o exemplo da Inglaterra, que já atingiu 51% da população com as duas doses.

“Eles estão avançados já na vacinação. E foi demonstrado que existem reinfecções, embora sejam pouco frequentes, e também ocorrem casos em pessoas vacinadas. Porém a vacinação tem tido uma efetividade — a capacidade de proteger as pessoas — principalmente para a internação hospitalar, ou seja, para casos graves e óbitos”, explica. Leia a reportagem completa aqui, no R7, site da Record TV.

Fonte: R7

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